terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Desenvolvimento da Motocicleta de 1885 a 1930

DAIMLER 1885 - WOODEN FRAME RIMS

HILDEBRAND & WOLFMULLER - 1894 

NSU 1901 

SCOTT 1905

HARLEY DAVIDSON 1907 

YALE 1912 

THE FLYING MERKEL MODEL V - 1910 

INDIAN V-TWIN 1914 

EXCELSIOR 20R 1920 

BMW R32 - 1923 

BOHMERLAND 1927 

INDIAN 4 CYLINDER  
 

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Superação

Moto Ferrari

O designer israelense Amir Glink criou no computador algo que alimenta o sonho de qualquer motociclista: uma Ferrari de duas rodas. O conceito é baseado nas linhas dos modelos atuais da casa de Maranello, mas ganhou linhas mais ousadas e futuristas.
No projeto, a carenagem vermelha cobre totalmente o motor e toda a parte mecânica da moto, favorecendo a aerodinâmica, mas escondendo o hipotético motor V4. O projetista idealizou o motor como sendo a “versão 1/3” do V12 que equipa a Ferrari Enzo.


Fontes: e-mail via Sridhar G (FFO) e G1 Notícias

O TABÚ CONTRA OS NEGROS BRANCOS!


Albinismo, do latim "albus", que significa branco, é uma condição genética herdada caracterizada pela ausência de melanina na pele, olhos e cabelo, assim, pode afetar todas as raças, sem distinção.
A pura ignorância, da superstição e do preconceito social incrível, tornaram os albinos africanos pessoas marginalizadas e prisioneiras dos que acreditam que certas partes do seu corpo trazem boa sorte.

Logo após o nascimento, elas são rejeitadas. Geralmente por seus pais que os abandonam e as suas mães, que são responsabilizadas pela condição fragilizada da criança.
Eles têm dificuldade na escola para ver o quadro-negro. Professores e colegas os discriminam e insultam. Encontrar trabalho é difícil, eles são marginalizados. Sofrem problemas de visão e o sol africano inclemente lhes causa sofrimento, causando ulcerações e queimaduras. Muitos jovens morrem de câncer de pele. Não é fácil ser albino na maioria dos países africanos, muitos dos quais, particularmente nas zonas rurais, explicam a sua falta de pigmentação por uma maldição que paira sobre a família.
Existem mais albinos na África do que em qualquer outro lugar do mundo. Na verdade, os primeiros colonos portugueses os classificaram como uma raça à parte. Se na Europa a taxa de albinismo é um para cada 17.000 pessoas, na África chega a 2.000 ou 5.000, dependendo do país. Uma a cada 70 pessoas é portador do gene. Se o seu parceiro também é um portador, sua prole terá maior chance de ser albino.
Eles são "peças cobiçadas” pelas bruxas. As pernas, braços, pele, língua, e cabelos de albinos valem milhares de dólares. Os curandeiros os utilizam para "curar doenças" e para prometer fortuna. Uma das crenças africanas mais arraigadas garante que se você beber o sangue de um albino vai ganhar muito dinheiro.
O perverso ritual inclui a queima de barracos das vítimas. Os assassinos recebem, em troca, uma ou duas vacas, que lhes são dadas pelos líderes da comunidade pelo seu bom trabalho prestado.
Bibiana,  de 10 anos,  e sua irmã  Tendyebua, de 8, em um hospital de Gaita, Tanzania.
Bibiana foi amputada à noite por pessoas que acreditam que partes do seu corpo albino, usado em conjunto com outros medicamentos tradicionais, podem ajudá-los a ficar ricos em mineração e nas indústrias pesqueiras. As pessoas que atacaram e amputaram a perna de Bibiana foram presas
O presidente de associação Mwanzas Albina, Alfred Kapole, ajuda Bibiana a caminhar
É por isso que organizações internacionais abriram acampamentos especiais, onde os negros albinos podem viver com maior segurança.
Um dermatologista aplica um tratamento à base de crioterapia em uma criança albina que apresenta uma queratose actínica, uma lesão pré-cancerígena
Aqueles que conseguem sobreviver neste ambiente tão hostil, são forçados a trabalhar sob o escaldante sol africano, ficando irremediavelmente doente de câncer de pele. A média anual estimada de cerca de uma centena de assassinatos, e até agora as autoridades acreditam que, desde os anos oitenta, foram mortas mais de três mil albinos em crimes cometidos com lanças e facões.

Um negro albino chega de barco, em Tenerife, pedindo asilo para escapar dos bruxos
Um tabu que está levando o continente africano a ser culpado de um incompreensível racismo, por falta de melanina na pele, uma condição que, ante tal discriminação, é injusta e irracional.
O governo da Tanzânia proibiu o curanderismo, para impedir a caça de mais de albinos. Mas a questão é, o que acontece no resto da África? Algumas ONGs estão a trabalhar muito para chamar a atenção para estas redes criminosas.

sábado, 20 de fevereiro de 2010

Obra com religiosos empilhados cria polêmica

Apenas uma coisa - Johnnie Walker

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Guerra de laranjas

Festival de Lanternas Chinesas ilumina Nagasaki

Atitude é tudo! Quer uma inspiração?

Recebi por e-mail via Jolly Mazumdar(FFO)

Estas imagens dispensam qualquer texto!